Versão

anestesiologia veterinária · cães e gatos · ponta grossa

Alguém cuidando só da anestesia.

Enquanto o cirurgião opera, alguém precisa estar olhando só para a respiração, a pressão, a temperatura e a dor do seu pet. É isso que eu faço. Anestesiologia veterinária e medicina felina em Ponta Grossa.

cães e gatos dermatite atópica dermatite atópica dermatite alopecia consulta on-line
Dra. Jéssica Clock, médica-veterinária, em atendimento no consultório

reconhece algum destes?

Sinais que merecem investigação

Anestesia não é um sono

Anestesia é um estado controlado, minuto a minuto: respiração, batimento, pressão, oxigenação, temperatura e dor. Alguém precisa estar olhando só para isso enquanto o procedimento acontece — e é esse alguém que muda o risco do começo ao fim.

Focinho achatado

Pug, buldogue, shih-tzu e persa têm via aérea difícil e menos margem de erro. São os pacientes em que o planejamento anestésico pesa mais.

E se ele for idoso?

Idade não é contraindicação: é motivo para avaliar melhor. Coração, rim e fígado mudam a escolha das drogas e das doses, e é para isso que existe a avaliação pré-anestésica.

Gato responde diferente

Gato não é cão pequeno: metaboliza diferente, esconde dor e estressa com facilidade. Medicina felina é área própria, e muda o manejo inteiro.

Tratamento dentário

Limpeza e extração dentária exigem anestesia de verdade, e são procedimentos longos, com a boca aberta e a via aérea exposta. Vale a pena ter alguém só cuidando disso.

Bloqueio locorregional

Com ultrassom e neurolocalização dá para bloquear a dor só na região do procedimento. Isso reduz a anestesia geral necessária e o pet acorda com menos dor.

E depois que acorda?

A recuperação faz parte do trabalho: controle de dor, temperatura e retorno tranquilo da consciência. O pós é onde muita coisa boa ou ruim acontece.

a consulta

O que eu faço na prática

Anestesia boa começa antes do procedimento e termina depois dele. O que muda o resultado é o planejamento individual e a monitoração contínua.

01

Avaliação pré-anestésica

Exame físico, avaliação cardiovascular, pressão arterial e exames. É aqui que se descobre o que muda o plano — antes, e não durante.

02

Protocolo individual

Inalatória, TIVA ou a combinação das duas: a escolha vem do paciente e do procedimento, e não de um protocolo pronto igual para todo mundo.

03

Monitoração contínua

Do início ao despertar, sem tirar os olhos: oxigenação, capnografia, pressão, ritmo cardíaco e temperatura, com aquecimento ativo para evitar hipotermia.

04

Controle da dor

Analgesia planejada antes de doer, e não depois. Pet com dor controlada come mais cedo, se mexe melhor e se recupera mais rápido.

05

Trabalho em equipe

Trabalho junto com o cirurgião e com o clínico que já acompanha o seu pet. Cada um numa função, e ninguém dividido em duas.

Dra. Jéssica Clock, médica-veterinária

quem atende

Prazer, eu sou a Jéssica.

Sou médica-veterinária com atuação em anestesiologia, em Ponta Grossa.

Enquanto o procedimento acontece, alguém precisa estar olhando só para o paciente: respiração, pressão, temperatura e dor. Quando essa função é de alguém dedicada a ela, o cirurgião opera melhor e o pet acorda melhor. É esse o meu lugar na equipe.

minha formação

  • Médica-veterinária formada pelo CESCAGE (2018)
  • Pós-graduada em anestesiologia veterinária
  • Mestranda na UEPG · medicina felina

Jéssica Clock · médica-veterinária
Anestesiologia veterinária · Ponta Grossa/PR

atendimento

Ponta Grossa e região

Onde atendo

Ponta Grossa e região. Confirmo a data disponível por mensagem.

Agendamento

consultascom hora marcada
contatopelo link de agendamento

Atende quem?

Cães e gatos que vão passar por cirurgia, tratamento dentário ou exame que precisa de sedação — e também tutores que querem entender o risco antes de decidir.

Já tem cirurgião?

Ótimo. Atuo junto com quem vai operar, não no lugar dele. Traga exames e o histórico do seu pet: adianta muito o caminho.

dúvidas frequentes

Antes de agendar

O que faz uma médica-veterinária que atua em anestesiologia?

Cuida do paciente enquanto ele está anestesiado, e só disso. Avalia antes, escolhe as drogas e as doses para aquele animal, monitora tudo durante o procedimento e conduz a recuperação. Num procedimento sem anestesista, quem opera precisa fazer as duas coisas ao mesmo tempo.

Preciso de encaminhamento do meu veterinário?

Os dois caminhos funcionam. Muitos cirurgiões me chamam para o procedimento deles; e tutor também pode pedir. Se o seu pet vai passar por cirurgia ou tratamento dentário, vale perguntar ao veterinário se haverá alguém dedicada só à anestesia.

Anestesia é perigosa?

Todo procedimento tem risco, e prometer risco zero seria mentira. O que dá para fazer é reduzir esse risco: avaliar bem antes, escolher o protocolo certo para aquele paciente e ter alguém monitorando do começo ao fim. É exatamente aí que o meu trabalho entra.

Meu pet é idoso. Pode anestesiar?

Na maioria das vezes, sim — idade não é doença. O que muda é o cuidado: exames antes, drogas escolhidas para o coração e o rim daquele animal, e monitoração mais atenta. Muitos pacientes idosos anestesiam bem quando o plano é feito para eles.

Quanto tempo até ele acordar?

Depende do procedimento e do protocolo, mas o despertar é acompanhado até o pet estar estável, aquecido e sem dor. Você recebe as orientações do pós antes de ir embora.

ANESTESIOLOGIA E MEDICINA FELINA · PONTA GROSSA/PR · ANESTESIOLOGIA E MEDICINA FELINA · PONTA GROSSA/PR ·
anestesiologia veterinária · cães e gatos · ponta grossa/pr

Alguém cuidando só da anestesia.

Enquanto o cirurgião opera, alguém precisa estar olhando só para a respiração, a pressão, a temperatura e a dor do seu pet. É isso que eu faço. Anestesiologia veterinária e medicina felina em Ponta Grossa.

Atuação em
anestesiologia
Ponta Grossa
e região
e região
Dra. Jéssica Clock, médica-veterinária
JÉSSICA CLOCK
Anestesiologia
01 — Reconhece algum destes?

Sinais que merecem investigação

Todo procedimento tem risco. O que muda o risco é quem está olhando, e o quanto foi planejado antes.

O que quase ninguém explica

Anestesia não é um sono

Anestesia é um estado controlado, minuto a minuto: respiração, batimento, pressão, oxigenação, temperatura e dor. Alguém precisa estar olhando só para isso enquanto o procedimento acontece — e é esse alguém que muda o risco do começo ao fim.

Agendar consulta →
/01

Focinho achatado

Pug, buldogue, shih-tzu e persa têm via aérea difícil e menos margem de erro. São os pacientes em que o planejamento anestésico pesa mais.

/02

E se ele for idoso?

Idade não é contraindicação: é motivo para avaliar melhor. Coração, rim e fígado mudam a escolha das drogas e das doses, e é para isso que existe a avaliação pré-anestésica.

/03

Gato responde diferente

Gato não é cão pequeno: metaboliza diferente, esconde dor e estressa com facilidade. Medicina felina é área própria, e muda o manejo inteiro.

/04

Tratamento dentário

Limpeza e extração dentária exigem anestesia de verdade, e são procedimentos longos, com a boca aberta e a via aérea exposta. Vale a pena ter alguém só cuidando disso.

/05

Bloqueio locorregional

Com ultrassom e neurolocalização dá para bloquear a dor só na região do procedimento. Isso reduz a anestesia geral necessária e o pet acorda com menos dor.

/05

E depois que acorda?

A recuperação faz parte do trabalho: controle de dor, temperatura e retorno tranquilo da consciência. O pós é onde muita coisa boa ou ruim acontece.

02 — A consulta

O que eu faço na prática

Cada pet tem uma história. A consulta é o momento de entender o que está acontecendo e definir, juntos, os próximos passos.

/01

Avaliação pré-anestésica

Exame físico, avaliação cardiovascular, pressão arterial e exames. É aqui que se descobre o que muda o plano.

/02

Protocolo individual

Inalatória, TIVA ou a combinação das duas: a escolha vem do paciente e do procedimento, e não de um protocolo pronto igual para todo mundo.

/03

Monitoração contínua

Do início ao despertar, sem tirar os olhos: oxigenação, pressão, ritmo cardíaco e temperatura, com aquecimento ativo.

/04

Controle da dor

Analgesia planejada antes de doer, e não depois. Pet com dor controlada come mais cedo e se recupera mais rápido.

/05

Trabalho em equipe

Trabalhamos em conjunto com o médico veterinário que já acompanha seu pet e com outros profissionais envolvidos no caso, para alinhar as condutas e oferecer um cuidado integrado.

Dra. Jéssica Clock, médica-veterinária
03 — Quem atende

Prazer, eu sou a
Jéssica Clock

Sou médica-veterinária com atuação em anestesiologia e medicina felina, em Ponta Grossa. Formada em 2018 pelo CESCAGE, com pós-graduação em anestesiologia e mestrado em andamento na UEPG. Minha atuação é focada em segurança anestésica e bem-estar do paciente.

Minha formação
  • Médica-veterinária formada pelo CESCAGE (2018)
  • Pós-graduada em anestesiologia veterinária
  • Mestranda na UEPG · medicina felina
Médica-veterinária com atuação em
Anestesiologia
de cães e gatos · Ponta Grossa/PR
04 — Onde atendo

Ponta Grossa
e região

Consultas com hora marcada no Ponta Grossa — e também on-line, para quem está longe. Manda mensagem contando o caso do seu pet que eu confirmo a data.

Ponta Grossa/PR

Agendar consulta →
05 — Dúvidas frequentes
01O que faz uma médica-veterinária que atua em anestesiologia?

Cuida do paciente enquanto ele está anestesiado, e só disso. Avalia antes, escolhe as drogas e as doses para aquele animal, monitora tudo durante o procedimento e conduz a recuperação. Num procedimento sem anestesista, quem opera precisa fazer as duas coisas ao mesmo tempo.

02Quem me chama: eu ou o meu veterinário?

Os dois caminhos funcionam. Muitos cirurgiões me chamam para o procedimento deles; e tutor também pode pedir. Se o seu pet vai passar por cirurgia ou tratamento dentário, vale perguntar ao veterinário se haverá alguém dedicada só à anestesia.

03Anestesia é perigosa?

Todo procedimento tem risco, e prometer risco zero seria mentira. O que dá para fazer é reduzir esse risco: avaliar bem antes, escolher o protocolo certo para aquele paciente e ter alguém monitorando do começo ao fim. É exatamente aí que o meu trabalho entra.

04Meu pet é idoso. Pode anestesiar?

Na maioria das vezes, sim — idade não é doença. O que muda é o cuidado: exames antes, drogas escolhidas para o coração e o rim daquele animal, e monitoração mais atenta. Muitos pacientes idosos anestesiam bem quando o plano é feito para eles.

05Quanto tempo até ele acordar?

Depende do procedimento e do protocolo, mas o despertar é acompanhado até o pet estar estável, aquecido e sem dor. Você recebe as orientações do pós antes de ir embora.

anestesiologia

““Tenho medo
da anestesia.””

É o que mais escuto antes de um procedimento. Dá para reduzir muito esse medo entendendo o que vai ser feito e quem vai estar olhando.

Mais qualidade de vida para o seu pet

Conta o caso dele e o procedimento que ele vai fazer, que a gente planeja junto.

Agendar consulta →
ANESTESIOLOGIA E MEDICINA FELINA · PONTA GROSSA/PR · ANESTESIOLOGIA E MEDICINA FELINA · PONTA GROSSA/PR ·
anestesiologia veterinária · cães e gatos

Alguém cuidando só da anestesia.

Dra. Jéssica Clock, médica-veterinária Jéssica Clock

Avaliação antes, monitoração durante e acompanhamento depois. Anestesia com alguém dedicada só a ela.

Atuação em
anestesiologia veterinária
Ponta Grossa
e região
01 — Reconhece algum destes?

Sinais que merecem investigação

Todo procedimento tem risco. O que muda o risco é quem está olhando, e o quanto foi planejado antes.

O que quase ninguém explica

Anestesia não é um sono

Anestesia é um estado controlado, minuto a minuto: respiração, batimento, pressão, oxigenação, temperatura e dor. Alguém precisa estar olhando só para isso enquanto o procedimento acontece — e é esse alguém que muda o risco do começo ao fim.

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/01

Focinho achatado

Pug, buldogue, shih-tzu e persa têm via aérea difícil e menos margem de erro. São os pacientes em que o planejamento anestésico pesa mais.

/02

E se ele for idoso?

Idade não é contraindicação: é motivo para avaliar melhor. Coração, rim e fígado mudam a escolha das drogas e das doses, e é para isso que existe a avaliação pré-anestésica.

/03

Gato responde diferente

Gato não é cão pequeno: metaboliza diferente, esconde dor e estressa com facilidade. Medicina felina é área própria, e muda o manejo inteiro.

/04

Tratamento dentário

Limpeza e extração dentária exigem anestesia de verdade, e são procedimentos longos, com a boca aberta e a via aérea exposta. Vale a pena ter alguém só cuidando disso.

/05

Bloqueio locorregional

Com ultrassom e neurolocalização dá para bloquear a dor só na região do procedimento. Isso reduz a anestesia geral necessária e o pet acorda com menos dor.

/05

E depois que acorda?

A recuperação faz parte do trabalho: controle de dor, temperatura e retorno tranquilo da consciência. O pós é onde muita coisa boa ou ruim acontece.

02 — A consulta

O que eu faço na prática

Cada pet tem uma história. A consulta é o momento de entender o que está acontecendo e definir, juntos, os próximos passos.

/01

Avaliação pré-anestésica

Exame físico, avaliação cardiovascular, pressão arterial e exames. É aqui que se descobre o que muda o plano.

/02

Protocolo individual

Inalatória, TIVA ou a combinação das duas: a escolha vem do paciente e do procedimento, e não de um protocolo pronto igual para todo mundo.

/03

Monitoração contínua

Do início ao despertar, sem tirar os olhos: oxigenação, pressão, ritmo cardíaco e temperatura, com aquecimento ativo.

/04

Controle da dor

Analgesia planejada antes de doer, e não depois. Pet com dor controlada come mais cedo e se recupera mais rápido.

/05

Trabalho em equipe

Trabalhamos em conjunto com o médico veterinário que já acompanha seu pet e com outros profissionais envolvidos no caso, para alinhar as condutas e oferecer um cuidado integrado.

Dra. Jéssica Clock, médica-veterinária
03 — Quem atende

Prazer, eu sou a
Jéssica Clock

Sou médica-veterinária com atuação em anestesiologia e medicina felina, em Ponta Grossa. Formada em 2018 pelo CESCAGE, com pós-graduação em anestesiologia e mestrado em andamento na UEPG. Minha atuação é focada em segurança anestésica e bem-estar do paciente.

Minha formação
  • Médica-veterinária formada pelo CESCAGE (2018)
  • Pós-graduada em anestesiologia veterinária
  • Mestranda na UEPG · medicina felina
Médica-veterinária com atuação em
Anestesiologia
de cães e gatos · Ponta Grossa/PR
04 — Onde atendo

Ponta Grossa
e região

Consultas com hora marcada no Ponta Grossa — e também on-line, para quem está longe. Manda mensagem contando o caso do seu pet que eu confirmo a data.

Ponta Grossa/PR

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05 — Dúvidas frequentes
01O que faz uma médica-veterinária que atua em anestesiologia?

Cuida do paciente enquanto ele está anestesiado, e só disso. Avalia antes, escolhe as drogas e as doses para aquele animal, monitora tudo durante o procedimento e conduz a recuperação. Num procedimento sem anestesista, quem opera precisa fazer as duas coisas ao mesmo tempo.

02Quem me chama: eu ou o meu veterinário?

Os dois caminhos funcionam. Muitos cirurgiões me chamam para o procedimento deles; e tutor também pode pedir. Se o seu pet vai passar por cirurgia ou tratamento dentário, vale perguntar ao veterinário se haverá alguém dedicada só à anestesia.

03Anestesia é perigosa?

Todo procedimento tem risco, e prometer risco zero seria mentira. O que dá para fazer é reduzir esse risco: avaliar bem antes, escolher o protocolo certo para aquele paciente e ter alguém monitorando do começo ao fim. É exatamente aí que o meu trabalho entra.

04Meu pet é idoso. Pode anestesiar?

Na maioria das vezes, sim — idade não é doença. O que muda é o cuidado: exames antes, drogas escolhidas para o coração e o rim daquele animal, e monitoração mais atenta. Muitos pacientes idosos anestesiam bem quando o plano é feito para eles.

05Quanto tempo até ele acordar?

Depende do procedimento e do protocolo, mas o despertar é acompanhado até o pet estar estável, aquecido e sem dor. Você recebe as orientações do pós antes de ir embora.

anestesiologia

““Tenho medo
da anestesia.””

É o que mais escuto antes de um procedimento. Dá para reduzir muito esse medo entendendo o que vai ser feito e quem vai estar olhando.

Mais qualidade de vida para o seu pet

Conta o caso dele e o procedimento que ele vai fazer, que a gente planeja junto.

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Dra. Jéssica Clock, médica-veterinária
Jéssica Clock cães e gatos
anestesiologia veterinária · ponta grossa/pr

Alguém cuidando só da anestesia.

Avaliação antes, monitoração durante e acompanhamento depois. Anestesia com alguém dedicada só a ela.

Atuação em
anestesiologia
Ponta Grossa
e região
01 — Reconhece algum destes?

Sinais que merecem investigação

Todo procedimento tem risco. O que muda o risco é quem está olhando, e o quanto foi planejado antes.

O que quase ninguém explica

Anestesia não é um sono

Anestesia é um estado controlado, minuto a minuto: respiração, batimento, pressão, oxigenação, temperatura e dor. Alguém precisa estar olhando só para isso enquanto o procedimento acontece — e é esse alguém que muda o risco do começo ao fim.

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/01

Focinho achatado

Pug, buldogue, shih-tzu e persa têm via aérea difícil e menos margem de erro. São os pacientes em que o planejamento anestésico pesa mais.

/02

E se ele for idoso?

Idade não é contraindicação: é motivo para avaliar melhor. Coração, rim e fígado mudam a escolha das drogas e das doses, e é para isso que existe a avaliação pré-anestésica.

/03

Gato responde diferente

Gato não é cão pequeno: metaboliza diferente, esconde dor e estressa com facilidade. Medicina felina é área própria, e muda o manejo inteiro.

/04

Tratamento dentário

Limpeza e extração dentária exigem anestesia de verdade, e são procedimentos longos, com a boca aberta e a via aérea exposta. Vale a pena ter alguém só cuidando disso.

/05

Bloqueio locorregional

Com ultrassom e neurolocalização dá para bloquear a dor só na região do procedimento. Isso reduz a anestesia geral necessária e o pet acorda com menos dor.

/05

E depois que acorda?

A recuperação faz parte do trabalho: controle de dor, temperatura e retorno tranquilo da consciência. O pós é onde muita coisa boa ou ruim acontece.

02 — A consulta

O que eu faço na prática

Cada pet tem uma história. A consulta é o momento de entender o que está acontecendo e definir, juntos, os próximos passos.

/01

Avaliação pré-anestésica

Exame físico, avaliação cardiovascular, pressão arterial e exames. É aqui que se descobre o que muda o plano.

/02

Protocolo individual

Inalatória, TIVA ou a combinação das duas: a escolha vem do paciente e do procedimento, e não de um protocolo pronto igual para todo mundo.

/03

Monitoração contínua

Do início ao despertar, sem tirar os olhos: oxigenação, pressão, ritmo cardíaco e temperatura, com aquecimento ativo.

/04

Controle da dor

Analgesia planejada antes de doer, e não depois. Pet com dor controlada come mais cedo e se recupera mais rápido.

/05

Trabalho em equipe

Trabalhamos em conjunto com o médico veterinário que já acompanha seu pet e com outros profissionais envolvidos no caso, para alinhar as condutas e oferecer um cuidado integrado.

Dra. Jéssica Clock, médica-veterinária
03 — Quem atende

Prazer, eu sou a
Jéssica Clock

Sou médica-veterinária com atuação em anestesiologia e medicina felina, em Ponta Grossa. Formada em 2018 pelo CESCAGE, com pós-graduação em anestesiologia e mestrado em andamento na UEPG. Minha atuação é focada em segurança anestésica e bem-estar do paciente.

Minha formação
  • Médica-veterinária formada pelo CESCAGE (2018)
  • Pós-graduada em anestesiologia veterinária
  • Mestranda na UEPG · medicina felina
Médica-veterinária com atuação em
Anestesiologia
de cães e gatos · Ponta Grossa/PR
04 — Onde atendo

Ponta Grossa
e região

Consultas com hora marcada no Ponta Grossa — e também on-line, para quem está longe. Manda mensagem contando o caso do seu pet que eu confirmo a data.

Ponta Grossa/PR

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05 — Dúvidas frequentes
01O que faz uma médica-veterinária que atua em anestesiologia?

Cuida do paciente enquanto ele está anestesiado, e só disso. Avalia antes, escolhe as drogas e as doses para aquele animal, monitora tudo durante o procedimento e conduz a recuperação. Num procedimento sem anestesista, quem opera precisa fazer as duas coisas ao mesmo tempo.

02Quem me chama: eu ou o meu veterinário?

Os dois caminhos funcionam. Muitos cirurgiões me chamam para o procedimento deles; e tutor também pode pedir. Se o seu pet vai passar por cirurgia ou tratamento dentário, vale perguntar ao veterinário se haverá alguém dedicada só à anestesia.

03Anestesia é perigosa?

Todo procedimento tem risco, e prometer risco zero seria mentira. O que dá para fazer é reduzir esse risco: avaliar bem antes, escolher o protocolo certo para aquele paciente e ter alguém monitorando do começo ao fim. É exatamente aí que o meu trabalho entra.

04Meu pet é idoso. Pode anestesiar?

Na maioria das vezes, sim — idade não é doença. O que muda é o cuidado: exames antes, drogas escolhidas para o coração e o rim daquele animal, e monitoração mais atenta. Muitos pacientes idosos anestesiam bem quando o plano é feito para eles.

05Quanto tempo até ele acordar?

Depende do procedimento e do protocolo, mas o despertar é acompanhado até o pet estar estável, aquecido e sem dor. Você recebe as orientações do pós antes de ir embora.

anestesiologia

““Tenho medo
da anestesia.””

É o que mais escuto antes de um procedimento. Dá para reduzir muito esse medo entendendo o que vai ser feito e quem vai estar olhando.

Mais qualidade de vida para o seu pet

Conta o caso dele e o procedimento que ele vai fazer, que a gente planeja junto.

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