Alguém cuidando só da anestesia.
Enquanto o cirurgião opera, alguém precisa estar olhando só para a respiração, a pressão, a temperatura e a dor do seu pet. É isso que eu faço. Anestesiologia veterinária e medicina felina em Ponta Grossa.
e região

Sinais que merecem investigação
Todo procedimento tem risco. O que muda o risco é quem está olhando, e o quanto foi planejado antes.
Anestesia não é um sono
Anestesia é um estado controlado, minuto a minuto: respiração, batimento, pressão, oxigenação, temperatura e dor. Alguém precisa estar olhando só para isso enquanto o procedimento acontece — e é esse alguém que muda o risco do começo ao fim.
Focinho achatado
Pug, buldogue, shih-tzu e persa têm via aérea difícil e menos margem de erro. São os pacientes em que o planejamento anestésico pesa mais.
E se ele for idoso?
Idade não é contraindicação: é motivo para avaliar melhor. Coração, rim e fígado mudam a escolha das drogas e das doses, e é para isso que existe a avaliação pré-anestésica.
Gato responde diferente
Gato não é cão pequeno: metaboliza diferente, esconde dor e estressa com facilidade. Medicina felina é área própria, e muda o manejo inteiro.
Tratamento dentário
Limpeza e extração dentária exigem anestesia de verdade, e são procedimentos longos, com a boca aberta e a via aérea exposta. Vale a pena ter alguém só cuidando disso.
Bloqueio locorregional
Com ultrassom e neurolocalização dá para bloquear a dor só na região do procedimento. Isso reduz a anestesia geral necessária e o pet acorda com menos dor.
E depois que acorda?
A recuperação faz parte do trabalho: controle de dor, temperatura e retorno tranquilo da consciência. O pós é onde muita coisa boa ou ruim acontece.
O que eu faço na prática
Cada pet tem uma história. A consulta é o momento de entender o que está acontecendo e definir, juntos, os próximos passos.
Avaliação pré-anestésica
Exame físico, avaliação cardiovascular, pressão arterial e exames. É aqui que se descobre o que muda o plano.
Protocolo individual
Inalatória, TIVA ou a combinação das duas: a escolha vem do paciente e do procedimento, e não de um protocolo pronto igual para todo mundo.
Monitoração contínua
Do início ao despertar, sem tirar os olhos: oxigenação, pressão, ritmo cardíaco e temperatura, com aquecimento ativo.
Controle da dor
Analgesia planejada antes de doer, e não depois. Pet com dor controlada come mais cedo e se recupera mais rápido.
Trabalho em equipe
Trabalhamos em conjunto com o médico veterinário que já acompanha seu pet e com outros profissionais envolvidos no caso, para alinhar as condutas e oferecer um cuidado integrado.

Prazer, eu sou a
Jéssica Clock
Sou médica-veterinária com atuação em anestesiologia e medicina felina, em Ponta Grossa. Formada em 2018 pelo CESCAGE, com pós-graduação em anestesiologia e mestrado em andamento na UEPG. Minha atuação é focada em segurança anestésica e bem-estar do paciente.
- Médica-veterinária formada pelo CESCAGE (2018)
- Pós-graduada em anestesiologia veterinária
- Mestranda na UEPG · medicina felina
Ponta Grossa
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Consultas com hora marcada no Ponta Grossa — e também on-line, para quem está longe. Manda mensagem contando o caso do seu pet que eu confirmo a data.
Agendar consulta →01O que faz uma médica-veterinária que atua em anestesiologia?
Cuida do paciente enquanto ele está anestesiado, e só disso. Avalia antes, escolhe as drogas e as doses para aquele animal, monitora tudo durante o procedimento e conduz a recuperação. Num procedimento sem anestesista, quem opera precisa fazer as duas coisas ao mesmo tempo.
02Quem me chama: eu ou o meu veterinário?
Os dois caminhos funcionam. Muitos cirurgiões me chamam para o procedimento deles; e tutor também pode pedir. Se o seu pet vai passar por cirurgia ou tratamento dentário, vale perguntar ao veterinário se haverá alguém dedicada só à anestesia.
03Anestesia é perigosa?
Todo procedimento tem risco, e prometer risco zero seria mentira. O que dá para fazer é reduzir esse risco: avaliar bem antes, escolher o protocolo certo para aquele paciente e ter alguém monitorando do começo ao fim. É exatamente aí que o meu trabalho entra.
04Meu pet é idoso. Pode anestesiar?
Na maioria das vezes, sim — idade não é doença. O que muda é o cuidado: exames antes, drogas escolhidas para o coração e o rim daquele animal, e monitoração mais atenta. Muitos pacientes idosos anestesiam bem quando o plano é feito para eles.
05Quanto tempo até ele acordar?
Depende do procedimento e do protocolo, mas o despertar é acompanhado até o pet estar estável, aquecido e sem dor. Você recebe as orientações do pós antes de ir embora.
anestesiologia
““Tenho medo
da anestesia.””
É o que mais escuto antes de um procedimento. Dá para reduzir muito esse medo entendendo o que vai ser feito e quem vai estar olhando.
Mais qualidade de vida para o seu pet
Conta o caso dele e o procedimento que ele vai fazer, que a gente planeja junto.
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